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Postada em 01/03/2018 ás 10h00

Publicada por: Neto Pereira

Fonte: Neto Pereira Fala Piaui

Contas do Prefeito de Barro Duro de 2012 vai a votação dia 2 de março na câmara dos vereadores
Vereadores se reunirão em uma seção onde vão decidir futuro politico do gesto atual da cidade de Barro Duro Piauí
Contas do Prefeito de Barro Duro de 2012 vai a votação dia 2 de março na câmara dos vereadores

Imagem Divulgação (Crédito: Divulgação)

Os vereadores de Barro Duro se reunirão nesse dia 2 de março pra mais uma seção pra decidir futuro político do gesto atual.

O prefeito de Barro Duro teve suas contas reprovadas pelo Tribunal de contas do estado do Piauí, contas da sua ultima gestõa, contas de 2012

E agora os vereadores das cidades quem vão decidir se aprovam ou reprovam essas contas que foram reprovadas (TCE) do Piauí julgou irregulares as contas de gestão do município de Barro Duro e determinou a imputação de débito no valor de R$ 1.421.225,4 milhão,

Se caso for reprovada essas contas pelos vereadores o gestor atual não pode mais ser candidato nas próximas eleições municipal de 2020,

Essa seção que será realizada dia 2 março, e a mais aguardada pelo povo de Barro Duro que vão comparecer em massa pra essa seção,

Pra você entender que contas são essas leia o texto Abaixo porque essa contas vão a votação na câmara municipal e os vereadores que vão decidir.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Piauí julgou irregulares as contas de gestão do município de Barro Duro e determinou a imputação de débito no valor de R$ 1.421.225,4 milhão, por diversas irregularidades encontradas na utilização de recursos da Educação e da Saúde do município. O valor diz respeito apenas ao ano de 2012. As decisões foram publicadas no Diário Oficial do TCE-PI nesta sexta-feira (13). O município tem como gestor, o prefeito Deusdete Lopes da Silva (PSB).

Desse valor, foi imputado um montante de R$ 942.164,32 mil, decorrente das contribuições não repassadas ao Fundo Previdenciário, e R$ 272.565,98 mil relativos a despesas sem apresentação de notas fiscais, empenho maior que a despesa realizada, tarifas bancárias pela devolução de cheques e pagamentos duplicado de despesas.

Entre as despesas irregulares detectadas pelo conselheiro relator Abelardo Pio Vilanova e Silva, está o gasto de R$ 46.280,63 na Unidade Mista de Saúde. Na mesma unidade houve despesas pagas sem apresentação de notas fiscais. A decisão unânime dos conselheiros foi pela imputação de débito ao prefeito no valor de R$ 36.007,19.

As demais ocorrências que acarretaram em imputação de débito dizem respeito a despesas da Unidade Mista de Saúde pagas sem a apresentação de notas fiscais; ausências de licitações e despesas empenhadas pagas em duplicidade no Fundo Municipal de Assistência Social.

Além de irregularidades na Fundação Municipal de Saúde e Fundeb, que teve o valor de R$ 52.386,76 retirados do caixa sem informação de destinação.

A segunda câmara seguiu o parecer ministerial, também, no que diz respeito à recomendação de reprovação das contas do prefeito Deusdete referente ao exercício de 2012. 

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