Continua após a publicidade

Uma mulher procurou a redação do Portal Repórter Ponto 50 e relatou também ter sido vítima, juntamente com uma amiga, do advogado Jefferson Moura Costa, preso em flagrante na tarde da última quarta-feira (14), acusado de contratar uma faxineira e estuprá-la em seu apartamento por volta das 16h30 na rua Honório Parente, bairro de Fátima, zona Leste de Teresina.

Continua após a publicidade

Esta nova mulher, que a reportagem vai tratar apenas como Suzy (nome fictício para resguardar a identidade da vítima), contou que só criou coragem em comentar o assunto após ver a notícia publicada em primeira mão ainda ontem pelo Repórter Ponto 50, fato que foi repercutido por toda a Imprensa Piauiense nesta quinta-feira (15).Suzy preferiu não gravar entrevista presencialmente com a equipe, mas enviou um áudio no qual relata o que aconteceu com ela e a amiga e como as duas se livraram do suspeito. Embora bastante nervosa ao relembrar os fatos, a vítima foi orientada a realizar um Boletim de Ocorrência virtual, através do site da Polícia Civil do Piauí. Cerca de duas após a reportagem trabalhar a edição desta reportagem, o Portal Cidade Verde publicou notícia com o título: Advogado é denunciado por dois estupros em Teresina; vítimas registraram BO's, corroborando o fato de que Jefferson mantinha uma prática recorrente desse crime.

Print enviado por Suzy

O relato de Suzy mostra que o modus operandi do suspeito é semelhante ao do caso da faxineira divulgado ontem. Jefferson surgiu em um carro na rua. As jovens estavam sentadas na calçada da casa da avó de uma delas quando o suspeito parou  e começou a conversar. Ele disse que estava de mudança e perguntou se as moças conheciam "alguém que fazia limpeza". O caso teria acontecido no final do ano passado.

Continua após a publicidade
As amigas se prontificaram a fazer o serviço, pois estavam precisando do dinheiro. À época, Jefferson ofereceu R$ 80, 10 reais a menos que o oferecido ontem à faxineira que fez a primeira denúncia. Então as duas foram. "Ela [a amiga] ficou passando as roupas e eu limpando para ser mais rápido, eu num quarto e ela no outro", disse.
 
"A gente ficou com medo porque a gente nunca tinha passado por aquilo e se fôssemos contar para alguém, ninguém ia acreditar, mas como eu vi a reportagem dele agora, eu pensei, eu tenho que falar porque esse não pode ser solto", comentou.