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Cenas fortíssimas: vídeo mostra membros do Talibã executando vários homens em pelotão de fuzilamento

Um vídeo que tem viralizado nas redes sociais mostra um paredão de fuzilamento composto por nove homens alinhados um ao lado do outro.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: CM7
19/08/2021 às 19h52 Atualizada em 19/08/2021 às 19h55
Cenas fortíssimas: vídeo mostra membros do Talibã executando vários homens em pelotão de fuzilamento
Foto: Reprodução

Um vídeo que tem viralizado nas redes sociais mostra um paredão de fuzilamento composto por nove homens alinhados um ao lado do outro. Em seguida, todos eles são executados com tiros na cabeça.

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Os responsáveis pela execução sumária seriam membros do Talibã, grupo islâmico extremista que recentemente voltou a tomar cada vez mais espaço no domínio do Afeganistão.

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Cenas fortes VEJA O VÍDEO:

O que é o Talibã

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Formado em 1994, o Talibã foi formado por ex-combatentes da resistência afegã, conhecidos coletivamente como mujahedeen, militantes islâmicos sunitas que lutaram contra as forças invasoras soviéticas na década de 1980. Eles pretendiam impor sua interpretação da lei islâmica e remover qualquer influência estrangeira no país.

Depois que o Talibã capturou Cabul em 1996, a organização islâmica sunita estabeleceu regras rígidas. As mulheres tinham que usar coberturas da cabeça aos pés, não tinham permissão para estudar ou trabalhar e foram proibidas de viajar sozinhas. TV, música e feriados não islâmicos também foram proibidos.

Isso mudou depois de 11 de setembro de 2001, quando 19 homens sequestraram quatro aviões comerciais nos Estados Unidos, lançando dois nas torres do World Trade Center, em Nova York, um no Pentágono, em Washington, e outro, também destinado a Washington, em um campo na Pensilvânia. Mais de 2.700 pessoas morreram nos ataques.

O atentado foi orquestrado pelo líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, que operava de dentro do Afeganistão controlado pelo Talibã. Menos de um mês após o ataque, os EUA e as forças aliadas invadiram o Afeganistão, com o objetivo de impedir o Talibã de fornecer um porto seguro para a Al Qaeda – e também de a Al Qaeda de usar o Afeganistão como base de operações para atividades terroristas.

Nas duas décadas desde que foi destituído do poder, o Talibã tem travado uma insurreição contra as forças aliadas e o governo afegão apoiado pelos EUA.

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