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Cabeceiras do Piauí

Cabeceiras do Piauí

Apolo Araújo Cabeceiras do Piauí é um município brasileiro do estado do Piauí. Localiza-se a uma latitude 04º28'35" sul e a uma longitude 42º18'33" oeste, estando a uma altitude de 109 metros. Sua população estimada em 2004 era de 8 944 habitantes. Possui uma área de 672,56 km². Fica a 92 km da capital Teresina.
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Raunião da ADAPI

Postada em 22/05/2019 ás 18h22

Publicada por: Apolo Araújo

Fonte: Apolo Araujo

ADAPI esclarece e alerta criadores de Cabeceiras após ocorrências de focos da Peste Suína Clássica
Por SEMCS - Secretaria Municipal de Comunicação Social
ADAPI esclarece e alerta criadores de Cabeceiras após ocorrências de focos da Peste Suína Clássica

Reunião da ADAPI

A Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (ADAPI) e Prefeitura Municipal de Cabeceiras, realizaram na manhã desta quarta (22), no auditório da Secretaria de Educação, reunião técnica para esclarecer, tirar dúvidas e orientar os criadores após as ocorrências de focos de Peste Suína Clássica no município, que fica a aproximadamente 96 km de Teresina.

De acordo com os técnicos, a vigilância está sendo cada vez mais intensificada no município. “A ADAPI em parceria com a Prefeitura de Cabeceiras, estão intensificando a vigilância dessa patologia que vem dizimando muitos municípios piauienses. Todas as medidas profiláticas, preventivas e de biosegurança estão sendo tomadas” disseram os técnicos.

A coordenação alerta os criadores que estão proibidas a compra e venda de suínos na região onde os focos foram encontrados. Ele também falou que a apesar de não ser uma zoonose, a doença causa prejuízos ao estado. “Que os criadores que comercializam animais na região evitem comprar esses suínos, comprem apenas de fontes seguras. A doença é causada por um vírus que geralmente é letal, não é uma zoonose, mas causa prejuízos econômicos para o município e para o estado, é um problema de saúde pública”.

De acordo com o órgão “o Grupo Especial de Atenção às Enfermidades Emergenciais ou Exóticas (GEASE), assim que foi detectada a doença no município de Cabeceiras, foram acionados imediatamente pelo prefeito Dr. José Joaquim e estão atuando no combate desde então e medidas como a interdição das propriedades onde foram localizados os focos, proibição do trânsito de suínos, assim como outras, de relevante importância, estão sendo tomadas em busca da contenção e da eliminação da doença”.

Os técnicos da ADAPI ressaltam que a doença acomete apenas suínos. “Informa a intensificação da vigilância epidemiológica no Estado e que outras análises laboratoriais e investigações clínico-epidemiológicas estão em andamento no município e na região. Esclarecemos a população que a Peste Suína Clássica é uma doença viral que acomete somente porcos e javalis e não é uma zoonose, e, portanto, não acomete humanos”.

O órgão destaca ainda que é de suma importância que a doença seja erradicada, evitando prejuízos. “O controle e a erradicação da PSC é de grande relevância para a economia local e nacional, pois sua ocorrência gera prejuízos e restrições ao comércio desses animais e seus produtos. Portanto, solicitamos que todos aqueles que suspeitarem da ocorrência da doença comuniquem imediatamente ao escritório da ADAPI local e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente de Cabeceiras”.

A Peste Suína

A Peste Suína Clássica, também conhecida como peste suína, cólera suína ou febre suína clássica é uma doença infecciosa, altamente contagiosa causada por um vírus que acomete suínos domésticos e silvestres.

Além da mortalidade, os principais sinais clínicos nos suínos com suspeita de PSC são febre alta, lesões hemorrágicas (manchas avermelhadas) na pele e extremidades (orelhas, membros, focinho e cauda), constipação intestinal seguida de diarreia, vômito, sinais nervosos, conjuntivite, falta de apetite e fraqueza e problemas reprodutivos (aborto, natimorto e repetição de cio).

A transmissão ocorre pelo Contato direto entre animais (secreções, excretas, sêmen, sangue); Propagação por pessoas, utensílios, veículos, roupas, instrumentos e agulhas; Utilização de restos de alimentos sem tratamento térmico adequado na alimentação dos animais.

Entre os cuidados para prevenção da doença estão a Separação das instalações nas diferentes fases de criação; cercas adequadas que evitem a entrada de animais; limpeza e desinfecção das instalações e dos veículos que transportam animais; conhecimento da origem de animais adquiridos e quarentena dos mesmos; limpeza e desinfecção das mãos e botas das pessoas que lidam com os animais.

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