
O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (SINDILOJAS) lançou uma nota repudiando a abordagem truculenta contra o microempresário nessa segunda-feira (20) no bairro Parque Piauí, na zona sul de Teresina. De acordo com o Sindilojas, a loja não estava funcionando, apenas o lojista estava fazendo um atendimento pontual a uma família quando foi abordado e tratado com total desrespeito. "O atual momento requer prudência e não é fechando o comércio, prendendo empresários e cercando a cidade que iremos encontrar alternativas viáveis para essa pandemia", informou a nota.
Nota de repúdio
O SINDILOJAS/PI manifesta repúdio diante da ação da SDU Sul, Guarda Municipal e Polícia Militar do Piauí que, no último dia 20 de abril, abordou de forma truculenta um pequeno empresário de confecções no bairro Parque Piauí. A loja não estava funcionando, apenas o lojista estava fazendo um atendimento pontual a uma família quando foi abordado e tratado com total desrespeito. O SINDILOJAS reafirma que é a iniciativa privada, do pequeno ao grande empreendedor, quem paga impostos dos mais diversos, juntamente para custear o sistema público que age de forma arbitrária e desnecessária, humilhando um cidadão. O atual momento requer prudência e não é fechando o comércio, prendendo empresários e cercando a cidade que iremos encontrar alternativas viáveis para essa pandemia.
Entenda o caso
Um trabalhador ainda não identificado sofreu uma crise epiléptica durante uma abordagem policial no bairro Parque Piauí, na zona sul de Teresina. De acordo com populares, a abordagem iniciou, pois a vítima havia aberto o seu comércio, descumprindo o decreto estadual.
Conforme os vídeos, os policiais exigem para o trabalhador um documento de identificação e ele afirma que não tem nenhum. Logo após, os policiais resolveram levar o homem algemado para Central de Flagrantes. Durante a imobilização inapropriada, o homem, que possuí atestado de epilepsia, acabou sofrendo uma crise. Mesmo passando mal, os policiais ainda deixaram a vítima algemada.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, os vídeos sobre o fato serão analisados. Mas, a secretaria não compactua com o desrespeito dos cidadãos com as autoridades policiais, e não aceita a polícia ser truculênta contra o cidadão.