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Cunhado afirma que adolescentes foram mortos por João Paulo e primo

A perícia detectou que foram encontrados vestígios de sangue na caminhonete do empresário João Paulo de Carvalho.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: Meio Norte
03/02/2022 às 14h40
Cunhado afirma que adolescentes foram mortos por João Paulo e primo
Foto: Reprodução

A polícia segue investigando e colhendo depoimentos sobre o caso dos adolescentes Luian Ribeiro de Oliveira, de 16 anos e Anael Natan Colins, de 17 anos, assassinados em novembro de 2021.

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De acordo com informações do Bom Dia Meio Norte, um novo depoimento teria causado um desdobramento do caso. Isso porque o cunhado do empresário João Paulo de Carvalho Gonçalves Rodrigues, de 35 anos, teria dito à polícia que as vítimas foram mortas pelo João Paulo e por Guilherme de Carvalho, seu primo e filho do advogado Francisco das Chagas Sousa, idoso de 70 anos apontado inicialmente como autor do crime.

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A polícia ainda tenta entender a dinâmica do crime. A perícia detectou que foram encontrados vestígios de sangue na caminhonete de João Paulo. Ainda segundo informações, o empresário tem uma arma e não entregou essa arma para a investigação.

No último dia 26 de janeiro, o delegado geral da Polícia Civil do Piauí, Luccy Keiko afirmou em entrevista ao programa que João Paulo disse em depoimento que o seu tio, Francisco das Chagas, teria imobilizado os garotos e ligado para ele levar o carro até o local. 

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“Ele diz que recebeu o telefonema do tio dele que mora vizinho a casa de shows que os jovens estavam, quando chegou lá teria encontrado esses menores já imobilizados, o tio dele pediu o carro que já estava estacionado e disse que ia ‘resolver o assunto’, o João Paulo viu os menores e entregou o carro. Segundo ele, Francisco das Chagas saiu com esses menores amarrados dentro do veículo e teria os executado”, declarou.

Ainda segundo Luccy Keiko, o tio do empresário, teria se dirigido ao Departamento de Homicídios e confessado toda a autoria. 

“O tio dele compareceu juntamente com o filho dele e lá foram ouvidos individualmente e confirmaram toda a história dita pelo João Paulo. Na narrativa do empresário, ele acha que por supostamente não ter ido ao local da execução, não teria cometido crime, que apenas o tio dele teria cometido, mas não é assim. Ele alega que teriam tentado chamar a polícia, mas não conseguiu, só que nada justifica a barbaridade desse crime, inclusive como ele próprio falou, eles estavam imobilizados , foi algo muito frio”, informou.

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