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Professora que morreu após carro ser arrastado pela água da chuva é sepultada e recebe homenagens em Teresina

Wana Sara, de 39 anos, desapareceu na sexta (4), depois que seu carro caiu na cratera aberta das obras da galeria da Zona Leste, no cruzamento da Avenida Homero Castelo Branco e Rua Eustáquio Portela.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: G1
07/02/2022 às 09h36
Professora que morreu após carro ser arrastado pela água da chuva é sepultada e recebe homenagens em Teresina
Foto: Reprodução

A professora Wana Sara Cavalcante Henrique, de 39 anos, teve seu corpo velado e foi sepultada sob forte comoção na manhã desta segunda-feira (7) em um cemitério do Centro da capital. Ela desapareceu na noite de sexta-feira (4), durante um forte temporal em Teresina, quando o carro que conduzia caiu na obra aberta da galeria da Zona Leste da capital. O corpo dela foi achado a 2 km de distância, na manhã do domingo (6).

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Durante o sepultamento, a família não permitiu imagens e o momento aconteceu sob forte comoção. Nas redes sociais, a professora recebeu muitas homenagens de familiares, amigos, alunos e ex-alunos que lamentaram a perda trágica.

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Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo de Wana Sara foi localizado na saída de um bueiro, em um ponto próximo à Floresta Fóssil, a poucos metros do Rio Poti. Três equipes faziam buscas no percurso da galeria usando um cão farejador e com barcos e mergulhadores no rio.

Ela estava desaparecida desde as 22h40 desta sexta-feira (4), depois que seu carro caiu em uma cratera no cruzamento da avenida Homero Castelo Branco e rua Eustáquio Portela, na Zona Leste da capital, durante uma forte chuva que provocou destruição em várias regiões da cidade. O carro foi retirado do bueiro na manhã deste sábado (5), mas não havia ninguém dentro.

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Morte gerou muita comoção

Wana Sara era professora da Secretaria Municipal de Educação de Teresina (Semec) e atualmente estava na gerência da superintendência de Educação da zona Leste.

Segundo apurou o g1, antes da tragédia, Wana esteve na academia e depois encontrou a irmã e algumas amigas em restaurante e, quando começou a chover, resolveram ir embora. Cada uma estava em seu veículo e ela resolveu seguir pela Avenida Homero Castelo Branco, que já tem histórico de ser uma avenida perigosa durante as chuvas.l

Segundo o delegado Paulo Gregório, do 5º Distrito Policial, uma investigação deve ser realizada sobre o caso para verificar se houve omissão ou culpa na morte da professora.

"A princípio, trata-se de uma morte acidental por afogamento. Mas vamos aguardar a perícia e o laudo do Instituto Médico Legal (IML)", disse.

 

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