
Uma mulher identificada como Maria Clara Marinho Santos, de 22 anos, morreu em um confronto com policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (22), por volta de 4h30, na Vila Concórdia, zona sul de Teresina
A vítima MARIA CLARA MARINHO SANTOS, 22 anos, atingida por disparos de arma de fogo, possui vários processos criminais em Timon-MA.
MARIA CLARA estava usando tornozeleira eletrônica e responde processos criminais por tráfico de drogas, tendo sido presa em 2018 com 2,5 Kg de cocaína, ficando presa APENAS 1 DIA, saindo em audiência de custódia.
Em 2019, MARIA CLARA foi presa com uma pistola e permaneceu presa menos de um mês.
No dia 05/11/2021 MARIA CLARA e FRANCISCA VITORIA, foram presas com 4 motos com ocorrências de roubo e furto no Conjunto Cocais, em Timon. Foi arbitrado fiança e liberada.
No dia 03/12/2021 MARIA CLARA, investigada por homicídios, foi presa pela DHPP de Timon e autuada por tráfico de drogas e conforme a justiça, foi determinada a colocação de tornozeleira eletrônica por se encontrar gestante. No dia 13/01/2022, mesmo com tornozeleira eletrônica e gestante, MARIA CLARA foi presa após realizar diversos assaltos em Timon. Foi autuada em flagrante e recambiada para maternidade prisional de São Luis-MA, onde, mais uma vez, após dar a luz a um bebê, a justiça determinou prisão domiciliar. MARIA CLARA conforme informações da polícia civil de Timon, deixava a tornozeleira descarregar para curtir com parceiros do crime e cometer crimes.
MARIA CLARA foi indiciada no crime de homicídio de Gerardo, ocorrido no dia 3/11/2021, no bairro Lourival Almeida.
Foi indiciada no crime de homicídio de Matheus Salgado, sequestrado, torturado, morto com requintes de crueldade e teve seu corpo ocultado (enterrado em cova rasa) na mata do Lourival Almeida em Timon.
Maria Clara era uma menina boa, recebeu boa educação, mas quando conheceu umas amizades a partir dos anos mudou completamente, comentou uma colega do colegial de Maria Clara que prefere o anonimato
Os policiais relataram que MARIA CLARA era integrante de Organização Criminosa, uma das líderes do quadro feminino e nas ultimas prisões, mesmo sem emprego, possuia de dois a três advogados para defendê-la.
MARIA CLARA fez de tudo para ser presa (tráfico, roubos, receptação, corrupção de menores, tortura, sequestro e homicídio) e acabou morta com um tiro, utilizando tornozeleira eletrônica.