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Bombeiros ainda monitoram informações que possam levar a corpo de estudante em Teresina

Quase 3 meses após o desaparecimento do estudante Lucas Vinícius Monteiro Oliveira, supostamente nas águas do Rio Poti, o Corpo de Bombeiros ainda atua no caso, só que agora monitorando informações que possam levar ao corpo do jovem.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: cidadeverde.com
22/07/2022 às 18h29
Bombeiros ainda monitoram informações que possam levar a corpo de estudante em Teresina
Foto: reprodução

Quase 3 meses após o desaparecimento do estudante Lucas Vinícius Monteiro Oliveira, supostamente nas águas do Rio Poti, o Corpo de Bombeiros ainda atua no caso, só que agora monitorando informações que possam levar ao corpo do jovem. A namorada de Lucas, a advogada Gabriela Vasconcelos, relatou à polícia que ele se jogou da Ponte Juscelino Kubitschek no dia 24 de abril quando retornavam de uma festa. Até hoje, quase 90 dias depois, nada foi encontrado.

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“Qualquer informação que chegue, a gente monitora. Os pescadores ajudam muito. A gente vai lá e averigua. É uma roupa que foi encontrada, ou o que quer que seja. Quando há algo, vamos lá, resgatamos e passamos para a Polícia Civil”, informou o Coronel Veloso, do Corpo de Bombeiros.

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O Corpo de Bombeiros ressalta que vem trabalhando com suposições, pois não há nada que comprove que o estudante tenha realmente se jogado, a não ser a versão contada pela namorada.

“Teve a correnteza do Poti na época e a do Parnaíba, ou não, estamos lidando com suposições. Como são muitas as possibilidades, a gente termina perdendo o referencial. As primeiras 48h são o referencial de estar próximo do lugar que aconteceu”, explica o coronel.

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Em casos semelhantes, quando o rio está cheio, o coronel explica que um corpo pode ser arrastado por até 10km nas primeiras 24 horas.

“A correnteza interfere muito. Quando eu tenho a correnteza eu tenho a profundidade. A dificuldade começa por aí. Eu tenho a turbidez maior da água. Dificulta a visibilidade. Tem o transporte, o arrasto. 24 horas é o suficiente para arrastar um corpo por mais de 10km. Passou de 48h ele já vai para mais de 20 km, 30 km. Isso aumenta a área de busca e interfere. Quem nos ajuda muito na verdade são os pescadores. Era no período do defeso e eles não estavam pescando”, explica.

Major Veloso ressalta que 20 dias depois do incidente, o Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer buscas na região do Poty Velho, mas nada foi encontrado.

“O rio Poti é um rio de água parada no período seco, mas no período que aconteceu tinha essa condição (cheia). Nós não fazemos buscas noturnas de mergulho. É um protocolo internacional. Fizemos buscas 20 dias depois no Poty Velho, mas nada foi encontrado”, ressalta.

Na última quarta-feira, a TV Cidade Verde exibiu uma entrevista com Gabriela Vasconcelos, onde ela afirma que vem sofrendo uma série de ataques e ameaças nas redes sociais a responsabilizando pelo caso. 

Polícia segue investigando

O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Desaparecidos, que faz parte do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil do Piauí.

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