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Tragédia familiar: Babá baleada em briga de cunhados morre no HUT após 9 dias internada

A babá Juliana da Silva, 36 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (8) após nove dias internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). A informação foi confirmada, às 15h30, pela assessoria do hospital.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: cidadeverde.com
08/08/2022 às 17h31
Tragédia familiar: Babá baleada em briga de cunhados morre no HUT após 9 dias internada
Foto: reprodução

A babá Juliana da Silva, 36 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (8) após nove dias internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). A informação foi confirmada, às 15h30, pela assessoria do hospital. 

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No dia 30 de julho, Juliana levou um tiro na cabeça durante discussão entre os cunhados Felipe Holanda e Daniel Flauberth Gomes Nunes, 38 anos, no bairro São Pedro, zona Sul de Teresina. A Polícia investiga se os cunhados morreram após uma discussão familiar motivada pela irritação de um deles pelo choro de uma criança. 

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Juliana da Silva estava na área de lazer, brincando com uma criança quando levou um tiro na cabeça. 

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que já iniciou a coleta de depoimentos e análise de provas 

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A mãe de Felipe Holanda, Dirce Holanda, uma das três vítimas da discussão familiar, lamentou o falecimento da funcionária doméstica, que também possuía grau de parentesco com a esposa do filho. 

“A Juliana foi tirar, tentar intervir para que não houvesse um envolvimento maior. Ela foi ajudar a retirar no momento da confusão. A Juliana além de amiga e minha secretária, ela era cunhada da esposa do meu filho”, disse.

Doação de órgãos

Após a confirmação da morte da empregada doméstica, a família decidiu realizar o desejo da vítima de ter os seus órgãos doados. O procedimento está sendo realizado no Hospital Getúlio Vargas (HGV).

A documentação autorizando a doação dos órgãos foi assinada pela mãe de Juliana, Maria Liduina Fé

“Ela andou aqui em casa e disse que no dia que fosse, queria que eu doasse os órgãos. Eu doei. Ela salvou cinco pessoas. É um gesto de conforto. Ela era uma pessoa de ouro. Estávamos esperando que ela voltasse viva, tínhamos ainda a esperança de que ela fosse viver. Ela tem duas filhas, uma de três anos e outra de dez. O marido dela ficou muito desesperado. Agora está nas mãos de Deus”, disse Maria Liduina.

 

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