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Auxílio emergencial

Postada em 22/05/2020 ás 22h03

Publicada por: Liliane Alves

Bolsonaro diz que auxílio emergencial será estendido
Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Waldery indicou que o prolongamento do pagamento deve ter como baliza o valor pago pelo Bolsa Família.
Bolsonaro diz que auxílio emergencial será estendido

Foto: Reprodução

O custo do auxílio emergencial por um período de três meses vai ser 54% superior ao inicialmente estimado, a 151,5 bilhões de reais, afirmou nesta quinta-feira o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, sinalizando que sua extensão passará pela concessão de um benefício menor.

Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Waldery indicou que o prolongamento do pagamento deve ter como baliza o valor pago pelo Bolsa Família. O auxílio emergencial é hoje de 600 reais. Já o benefício médio no âmbito do Bolsa Família é de cerca de 190 reais.

“O ministro Paulo Guedes já colocou as diretrizes para termos, de um lado, a manutenção ao atendimento dos mais vulneráveis e, dois, o olhar diligente e cauteloso com relação à questão fiscal”, disse ele, ao ser questionado sobre a extensão do auxílio para além das três parcelas.

“Chegaremos a uma solução intermediária, não com o mesmo perfil de hoje. E uma possibilidade, um referencial, é exatamente o valor trazido pelo Bolsa Família”, acrescentou.

Inicialmente, o governo previu que o auxílio emergencial teria um custo de 98,2 bilhões de reais por três meses, mas atualizou mais tarde esse montante a 123,9 bilhões de reais.

Segundo Waldery, o aumento no desembolso previsto vem pelo tamanho da cobertura e pelos critérios de exigibilidade que foram colocados para informais e autônomos, que acabaram abarcando mais gente que o governo inicialmente estimava.

“Como é um auxílio para a economia informal, para os invisíveis, o auxílio do ponto de vista de quem está cuidando de política pública está nos permitindo ver grande quantidade de pessoas que não víamos antes”, pontuou o secretário-executivo da Economia, Marcelo Guaranys.

Ele destacou que esse contingente teve que buscar CPF e conta de banco, o que será interessante para o governo pensar programas futuros.

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