
Raimundo Nonato Sousa, 64 anos, morreu por asfixia, é o que aponta a certidão de óbito emitida pelo Instituto de Medicina Legal (IML) e confirmada por uma fonte ao A10+. Na manhã desta quinta-feira (27), a TV Antena 10 e o A10+ apuraram em 1ª mão que homem é suspeito de abusar sexualmente de uma menina durante 12 anos na capital.
A Polícia Civil investigará agora o que teria provocado a asfixia. O corpo de Raimundo foi encontrado na quarta-feira (26), em um terreno na zona Leste da capital, por um pedreiro que estava prestando serviço para os proprietários do terreno. Ele estranhou a presença de urubus sobrevoando a área e acionou a polícia.
Ao A10+, o delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), revelou que o corpo estava no local há pelo menos três dias. O corpo possuía um ferimento que, possivelmente, ou foi causado por animais ou um golpe de faca. O caso será investigado pela Polícia Civil.
A família do idoso não quis conceder entrevista. O corpo de Raimundo Nonato foi reconhecido por uma ex-esposa na sede do Instituto de Medicina Legal (IML).
Raimundo Nonato foi preso em flagrante no último dia 18 de outubro tentando invadir a casa de uma mulher para conversar com uma adolescente. Segundo a família da menor de idade, ela era violentada sexualmente há doze anos pelo abusador, que é companheiro de sua avó. A jovem hoje tem 16 anos e os abusos teriam começado quando a vítima tinha apenas 4 anos de idade.
De acordo com a irmã da vítima, que denunciou o caso à TV Antena 10, a adolescente vivia com a avó e o companheiro dela desde a infância. Ela teria percebido comportamentos diferentes em sua irmã e a chamou para conversar e foi aí que a menina relatou os abusos.
A adolescente contou para sua irmã que sofria diversos abusos desde os quatro anos de idade e que estava tento problemas de saúde e psicológicos por conta das violências. De acordo com a irmã, no celular da adolescente tinham mensagens que comprovavam os abusos. Segundo a denunciante, o abusador ameaçava a jovem para que ela não contasse sobre os crimes.