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Prefeitura de União não repassa parcelamentos da Previdência própria do município, desde janeiro

Absurdo.

André Santana
Por: André Santana Fonte: Portal de União
05/06/2020 às 12h13
Prefeitura de União não repassa parcelamentos da Previdência própria do município, desde janeiro
Foto Divulgação

Prefeitura de União não repassa parcelamentos da Previdência própria do município, desde janeiro

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Uma postagem da Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de União, Lucélia Saraiva informa que a Prefeitura de União não está repassando para a PREVI, o parcelamento de dívidas de negociações anteriores. A última parcela repassada à PREVI foi dezembro do ano passado, 2019. Fato que pode ser comprovado na página do Tribunal de Contas do Estado (Consulta realizada em 05/06/2020 – as 8:40). Veja abaixo a nota da presidente do SSPU.Prefeitura de União deixa de repassar R$ 1.335.321, 98, ( Um milhão, trezentos e trinta e cinco mil, trezentos e vinte um reais e noventa e oito centavos de repasses e parcelamentos de débitos ao Instituto de Previdência Própria dos Servidores Públicos Municipais de União (PREVI-UNIÃO). A média de repasse mensal, referente ao parcelamento é de R$ 333.830,49. Os débitos se acumulam de janeiro a abril de 2020, ou seja, a dívida já está maior.

 

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Além disso, o prefeito não está pagando a alíquota devida de 25%. Em novembro de 2019, o gestor enviou um projeto de lei, que foi aprovado na Câmara Municipal, que mantinha a contribuição inferior a alíquota de 25%, gerando um rombo para os cofres da Previ. Que vai gerar um novo parcelamento, ou seja, dívida ao município. A situação é alarmante, se o TCE, no setor de previdência, não fizer bloqueio dos valores nas contas da prefeitura e não obrigar o município a corrigir alíquota, a possibilidade é de que em dezembro já não tenhamos mais recursos em caixa para pagamento dos servidores públicos municipais. Precisamos, urgentemente, que a Câmara municipal assuma seu papel e tome providências. Eu, como representante do magistério no Conselho da PREVI, votei pela reprovação do balancete de março e solicitei ao TCE as medidas cabíveis.

Lucélia Saraiva

Dados atualizados em 02 de junho de 2020

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