
Na tarde desta quarta-feira (17), o promotor Joaquim Dias de Santana Filho, da 2ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí, concedeu a prisão domiciliar para o jornalista Arimatéia Azevedo, que foi preso no dia 12 de junho pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizar (Greco).
O promotor Joaquim explicou na decisão que a prisão domiciliar foi concedida por se trata de paciente idoso, com comorbidade, enquadrando-se, portanto, no denominado grupo de risco do novo coronavírus, cuja condições de saúde demanda uma maior atenção do Poder Judiciário.
Extorsão
O jornalista estava sendo investigado por extorsão a um médico. Um professor da Uespi identificado como Francisco Barreto, ligado a Arimatéia, também foi preso na operação, como coautor do crime. Conforme as investigações, o jornalista extorquiu o médico, e caso ele não realizasse o pagamento de R$ 50 mil, que logo depois baixou para R$ 20 mil, o fato envolvendo o erro médico de Alexandre seria divulgado e repercutido negativamente. O médico acabou cedendo e realizou o pagamento para uma pessoa de confiança do jornalista, que foi professor Barreto, que também foi preso durante a operação do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO).