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Empresário segue preso por venda de celular roubado em Teresina

Ele permanece no sistema prisional devido a um mandado de prisão por receptação qualificada.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: cidadeverde.com
04/08/2023 às 10h05
Empresário segue preso por venda de celular roubado em Teresina
Foto: reprodução

O empresário Wendel Snaypi Lima Gomes, que foi preso em flagrante pela venda de celular roubado segue preso, apesar da recente decisão do juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos, de 2 de agosto, que concedeu liberdade provisória. Ele permanece no sistema prisional devido a um mandado de prisão por receptação qualificada.

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Essa é a segunda vez que o empresário foi preso após a sua empresa ser flagrada vendendo produtos roubados. Ele foi autuado na terça-feira pelo crime de descaminho, pois, segundo a polícia civil, vendeu um celular que era de uma carga que foi roubada no bairro Beira Rio, zona Sudeste de Teresina, para uma mulher que informou ter adquirido o aparelho na loja de Wendel, no shopping da Cidade, no Centro de Teresina. 

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Ainda na terça-feira, o empresário chegou a pagar uma fiança e R$ 52,8 mil pelo auto de prisão em flagrante pelo crime de descaminho, mas contra ele já tinha um mandado de prisão por receptação qualificada, por isso permaneceu preso.

Na decisão de ontem, o juiz analisou a prisão em flagrante e concedeu a liberdade provisória de Wendel Snaypi desde que ele cumpra algumas medidas cautelares, entre elas: 

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  • recolhimento noturno, em sua residência, todos os dias entre as 22h até as 6h da manhã; 
  • Comparecimento periódico em juízo, para informar e justificar atividades;
  • proibição de deixar a Comarca sem prévia autorização por mais de oito dias, nem mudar de residência sem prévia comunicação;
  • Comparecimento periódico bimestral para prestar informações de seu paradeiro e de suas atividades, durante o período de seis meses, na Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP). 

A decisão do juiz foi referente a prisão em flagrante, por isso o empresário segue preso devido ao mandado de prisão preventiva por receptação qualificada.

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