
A prisão de Tacumbú, no Paraguai, ganhou os holofotes mundiais após as condições desumanas do local serem retratadas na série da Netflix “As prisões mais cruéis do mundo”: nela, presos dormem no chão em áreas comuns, a exemplo da quadra de esportes, e alguns internos costuraram as próprias bocas em protesto às péssimas condições do local.
Segundo reportagem do portal Daily Star, a prisão abriga cerca de 3.000 detentos, mas foi construída para receber apenas 800 detentos. Apenas 40 agentes penitenciários são responsáveis para cuidar da população carcerária do local e conter os motins constantes.
Estima-se que cerca de 18 presos morrem dentro da prisão por ano - pelo menos a metade desse número em brigas entre os internos, já que dividem o pouco espaço da penitenciária alguns dos criminosos mais perigosos do Paraguai, entre traficantes de drogas e estupradores.
Em protesto às péssimas condições de Tacumbu, alguns detentos aderiram a uma greve de fome e costuraram as próprias bocas para não serem forçados a comer. Veja as imagens que chocaram o mundo (ATENÇÃO! IMAGENS SÃO FORTES)

