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Centro Judiciário de solução de conflitos já firmou acordos na ordem de R$ 3,5 milhões em Oeiras

Os trabalhos foram conduzidos pela magistrada coordenadora do Cejusc de Oeiras, a juíza Maria do Socorro Rocha Cipriano, com o auxílio do secretário e mediador do Cejusc, Arthur Benedicto de Reis Feitosa

Elpidio Júnior
Por: Elpidio Júnior
20/01/2020 às 09h11
Centro Judiciário de solução de conflitos já firmou acordos na ordem de R$ 3,5 milhões em Oeiras
Imagem: Reprodução

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da comarca de Oeiras realizou, desde sua implantação, em setembro do ano passado, acordos na ordem de aproximadamente R$ 3,5 milhões. O total de audiências realizadas no período foi de 333 sessões de mediação e conciliação. A unidade está sediada no Fórum Desembargador Cândido Martins.

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Os trabalhos foram conduzidos pela magistrada coordenadora do Cejusc de Oeiras, a juíza Maria do Socorro Rocha Cipriano, com o auxílio do secretário e mediador do Cejusc, Arthur Benedicto de Reis Feitosa. Na unidade são fomentadas as práticas autocompositivas de conflitos e a promoção da cultura da paz como alternativa mais célere e eficaz no tratamento de contendas jurídicas.

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“O Cejusc de Oeiras trouxe muitos benefícios ao jurisdicionado porque deu celeridade aos feitos que já estão em andamento, ou seja, os processuais, como também ajudou nos pré-processuais para aqueles jurisdicionados que precisavam ajuizar suas ações mas acham as custas processuais altas. Com a implantação do Cejusc, não há custas no pré-processual, então, muitos jurisdicionados procuraram a unidade para dirimir seus conflitos”, explica a juíza. “Em 2020, nós pretendemos divulgar mais ainda a importância e o trabalho do Cejusc para a celeridade na prestação jurisdicional, que é o que o jurisdicionado espera”, acrescenta.

O Cejusc é uma unidade do Poder Judiciário especializada em atendimento ao público para a solução consensual de conflitos e orientação nas matérias relativas à cidadania. Os Cejuscs proporcionam um ambiente neutro, no qual os interessados em solucionar um determinado conflito têm a chance de conversar, negociar e chegar a um acordo satisfatório, com o auxílio de um “conciliador”, isto é, de um terceiro imparcial e capacitado em métodos consensuais de solução de conflitos.

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A juíza Maria do Socorro Rocha Cipriano e o mediador do Cejusc, Arthur Benedicto de Reis Feitosa.

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