Amanda Partata Mortoza, de 31 anos, é a advogada apontada como suspeita no caso da morte do ex-sogro e da mãe por envenenamento. A alegação é que ela teria colocado substâncias tóxicas em um doce servido no café da manhã em família neste domingo (17/12) na cidade de Goiânia (GO). Com informações do BNews. As circunstâncias dos homicídios estão, atualmente, sob sigilo policial. No entanto, Amanda foi detida por uma equipe da Polícia Civil nesta quarta-feira (20/12) e encaminhada para a Delegacia de Homicídios (DIH).
Nas redes sociais, a suspeita se apresenta como psicóloga, mas o Conselho Regional de Psicologia de Goiás (CRP-GO) afirma que ela não possui registro profissional ativo no banco de dados. Em um breve interrogatório na porta da delegacia, Amanda assegurou que "não fez isso".