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Líder da facção Comando Vermelho (CV), Carlinhos Cocaína morre após confronto com polícia

Carlinhos Cocaína e outros dois comparsas foram baleados após resistirem à prisão e entrarem em confronto com PMs nesta sexta (12/1)

Por: Redação Fala Piauí
12/01/2024 às 12h46
Líder da facção Comando Vermelho (CV), Carlinhos Cocaína morre após confronto com polícia
Foto: reprodução

Uma das lideranças do Comando Vermelho (CV) na comunidade da Cidade de Deus, zona oeste do Rio de Janeiro, o traficante Carlos Henrique dos Santos, mais conhecido como “Carlinhos Cocaína”, morreu após resistir à prisão e entrar em confronto com policiais militares na madrugada desta sexta-feira (12/1). A informação foi confirmada pelo Metrópoles.

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Além dele, foram baleados outros dois comparsas. De acordo com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), os criminosos resistiram à prisão e efetuaram disparos contra militares do 18º BPM (Jacarepaguá).

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Os três traficantes detidos receberam atendimento médico no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na zona oeste da capital fluminense. No entanto, Carlinhos Cocaína e mais um suspeito não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Já o terceiro criminoso passou por cirurgia, até o momento, o estado de saúde dele é desconhecido.

Conforme a PMERJ, foram apreendidos um fuzil, duas pistolas e um rádio de comunicação.

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Quem é Carlinhos Cocaína:

Carlinhos Cocaína era procurado e o Disque-Denúncia oferecia R$ 1 mil por informações sobre o paradeiro do líder do CV. No Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), há mandados por ocultação de cadáver, homicídio e tráfico de drogas.

Segundo a polícia, ele também é acusado de estar envolvido na troca de tiros com policiais militares, em 2016. Na época, um helicóptero da PM acabou caindo e matando quatro policiais.

Investigações da polícia indicam que o criminoso é o responsável por gerenciar o braço financeiro do grupo. De acordo com a polícia, Carlinhos era gestor da “caixinha” comum da organização criminosa.

Com o dinheiro arrecadado, segundo as investigações, seria pago uma espécie de “pensão” aos traficantes presos, bem como a compra de armamento para diversas comunidades dominadas pela facção.

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