
Mesmo declarando em 2019 que iria parar com sua política de ‘chamamento’ de suplentes para Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), o governador Wellington Dias (PT) continua com essa prática política controversa neste de 2020. Mais recentemente, agora nesta semana final de agosto, o governador provocou a convocação de mais dois suplentes para tomarem posse na Alepi, ampliando assim para 10 o número de suplentes na casa legislativa.
Desta vez, os escolhidos foram a suplente Liziê Coelho (MDB) e Jovê Oliveira (PTB) que assumem a vaga dos deputados estaduais eleitos Nerinho (PTB) e Franzé Silva (PT), que deixam a Alepi para assumirem secretarias no Governo de Wellington Dias. O que todos sabem é que essa prática, de acomodar os aliados com cargos no Governo e na Alepi, tem sido prática comum do governo Petista no Piauí, que tem tido um “coração de mãe”.
Porém, vale lembrar que os deputados eleitos, são eleitos pelo povo para exerceram o cargo de deputado, porém, pelo menos 1/3 dos eleitos piauiense tem preferido trocar o cargo para o qual foram eleitos, pra acomodar mais gente da base. Já quem não é eleito, mas fica suplente no Piauí, sabe que se acomodar do lado da base do governo pode ser um bom negócio, visto que, ultimamente, as 30 vagas de deputados na Alepi tem se transformado em 40.
Outro ponto negativo é o alto custo dessa ‘acomodação política’ no Estado, fazendo com que a ALepi ao invés de pagar 30, pague salário para 40 deputados.