O Policial Militar, Cabo Jairo, que foi alvo de mandado de busca e apreensão, durante a Operação Jogo Sujo II, e acabou sendo conduzido por estar de posse de um celular com restrição, foi liberado, na manhã desta quarta-feira (9), após prestar esclarecimentos à polícia.
O policial assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e depois foi liberado. A 2ª fase da Operação Jogo Sujo, que tem como objetivo reprimir a veiculação de jogos de azar ilegais na rede mundial de computadores.
Em entrevista ao Ielcast, o Dr. José Antonio Cantuária, advogado do cabo Jairo, disse que o policial está solto, e que não havia mandado de prisão contra ele, mas que ele foi alvo de busca e apreensão e acabou sendo conduzido à delegacia por estar de posse de um celular com restrição. Após prestar esclarecimentos, acabou sendo liberado.
"O Jairo está solto. Ele teve um mandado de busca e apreensão na sua casa, não tinham indícios suficientes de autoria dos delitos que estão sendo acusados todos os investigados. Não tinha mandado de prisão para o Jairo. O que aconteceu foi, que, a polícia, chegou na casa dele, foi encontrado um aparelho celular que já estava com o Jairo há 4 anos e nesse celular tinha uma restrição de roubo, só que o Jairo, quando comprou esse aparelho, ele fez a consulta e não tinha há época, motivo pelo qual foi lavrado um TCO e ele encontra-se já para trabalhar na Polícia Militar, inclusive já está com sua família, e vai responder todos os atos, está à disposição, colaborou, entregou o celular, a senha, porque ele não deve, então, que não deve, não teme. Ele não deve nada à Justiça e à sociedade. Ele acredita, inclusive, que as plataformas, que, de alguma forma ele divulgou, diretamente ou indiretamente, eram sérias e pagavam as pessoas que apostavam", disse o advogado.