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Robin da Carne é preso após prestar depoimento à polícia e se diz inocente: “sou um trabalhador”

O empresário Antônio Robson da Silva Pontes, conhecido como Robin da Carne, se apresentou, na tarde desta segunda-feira (14) à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), em Teresina.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: cidadeverde.com
14/10/2024 às 20h58
Robin da Carne é preso após prestar depoimento à polícia e se diz inocente: “sou um trabalhador”
Foto: Reprodução

O empresário Antônio Robson da Silva Pontes, conhecido como Robin da Carne, se apresentou, na tarde desta segunda-feira (14) à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), em Teresina. Ele foi preso após passar aproximadamente quatro horas prestando depoimento aos investigadores.

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Ao sair da delegacia, não quis dar maiores detalhes. Apenas respondeu a um questionamento sobre a acusação, dizendo que não é criminoso, mas sim um trabalhador do ramo de carnes.

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"Eu não sou criminoso não, eu sou um trabalhador. Eu trabalho é com carne e vendo carne e é isso aí mesmo", disse enquanto seguia para o carro.

Um dos oito alvos da segunda fase operação "Jogo Sujo", Robin tem um mandado de prisão temporário em aberto e se apresentou com seu advogado a sede da DRCI por volta das 14h40.

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O advogado de defesa de Robin da Carne, Lúcio Tadeu, falou à imprensa em seguida. Ele disse que o cliente estava viajando e retornou para se submeter ao cumprimento do mandado de prisão, que prestou esclarecimentos à investigação, e que espera que ele seja solto o quanto antes.

"Como foi dito no início, ele ia se apresentar, se apresentou, falou o que tinha para falar, respondeu todas as perguntas do delegado, e tá aí para ser submetido ao cumprimento da decisão judicial, nada mais. Aconteceu aqui hoje o que já tínhamos dito desde a semana passada, ele estava viajando, chegou e se apresentou, e agora vai se submeter à ordem judicial, que é a prisão temporária, agora vamos trabalhar devido aos esclarecimentos que ele deu, a documentação que ele juntou, para antecipar a saída dele", disse.

Pouco antes do fim do depoimento de Robin da Carne, o delegado Humberto Macola disse que o investigado estava colaborando e apresentou novas informações ao inquérito.

"Ao contrario de todos os outros que foram presos, que não colaboraram e ficaram em silêncio, ele está colaborando bastante. Trouxe algumas informações bem contundentes e importantes pra gente", afirmou a autoridade policial.

Na semana passada, a Justiça prorrogou a prisão temporária de sete investigados e negou recursos para que os suspeitos cumprissem prisão domiciliar. Os envolvidos são investigados por estelionato, jogos de azar, indução ao erro do consumidor, lavagem de dinheiro e associação criminosa

 
 
 
 
 
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