
A Polícia Civil de Nazária prendeu, o homem conhecido como "Cobrinha", acusado de participação no assassinato de Francisco Pereira dos Santos, de 32 anos. O crime aconteceu na madrugada da última segunda-feira (25), no povoado Campestre, a cerca de 34 km de Teresina.
O crime: Francisco foi morto a tiros dentro de sua própria residência por volta das 3h da manhã. Segundo informações preliminares, dois homens armados invadiram o local, onde Francisco estava com a esposa, um filho de 10 anos e um bebê recém-nascido. Os suspeitos arrombaram a porta, identificaram-se falsamente como policiais e encontraram Francisco no interior da casa. A vítima foi atingida por dois tiros na cabeça e morreu no local. Apesar do trauma, a esposa e os filhos não foram feridos fisicamente.
Logo após o crime, a Polícia Civil deu início às investigações, identificando dois suspeitos. Um deles, "Cobrinha", foi detido em uma operação conjunta das forças de segurança. O outro envolvido, que tem passagem pela polícia por roubo, segue sendo procurado.
As autoridades apontam que Francisco havia cumprido seis meses de prisão sob suspeita de estupro, mas o caso ainda estava sob investigação. As circunstâncias do assassinato sugerem uma possível execução, e a motivação do crime ainda está sendo apurada.
Esforço das autoridades: A Polícia Militar isolou o local do crime até a chegada da perícia, que coletou evidências importantes para elucidar o caso. A prisão de "Cobrinha" representa um avanço significativo nas investigações, mas a polícia continua trabalhando para capturar o segundo suspeito e determinar os motivos do homicídio.
O delegado responsável pelo caso destacou o impacto do crime na comunidade e a prioridade dada à resolução do caso. “A violência que marcou esse crime, cometido na frente de uma família com crianças, é inaceitável. Estamos empenhados em trazer justiça para a vítima e seus entes queridos”, afirmou. A população de Nazária foi incentivada a colaborar com informações que possam auxiliar na localização do segundo suspeito. Denúncias podem ser feitas anonimamente através dos canais oficiais da Polícia Civil.