
Um jovem de 25 anos foi morto pelos bandidos durante o assalto a agências bancárias em Cametá, no Nordeste do estado do Pará, na madrugada desta quarta-feira (02).
Assalto em Cametá: "Os carros da polícia tudo 'penerado'. Tem um rapaz morto, na praça. [...] Deram um tiro na cabeça, certeiro". pic.twitter.com/Yf8AFaqgoG
— Tacio Lorran (@__tacin) December 2, 2020Continua após a publicidade
"Eles estão andando com refém na rua", diz testemunha sobre assaltantes de Cametá. Eles fugiram em dois carros. As informações que circulam na cidade é de que cerca de 20 criminosos assaltaram ao menos três bancos. QUE DESESPERO. pic.twitter.com/POngZZdzKV
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URGENTE | Vídeos mostram que os assaltantes de Cametá teriam fugido em dois carros. Ainda não há informações sobre mortos e feridos. A Polícia Militar ficou ilhada. pic.twitter.com/Brh7bcSZMN
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Uma quadrilha fortemente armada aterrorizou a cidade e fez dezenas de moradores reféns. O jovem Alessandro Moraes seria um desses reféns. Ele foi morto a tiros durante a ação. As informações são do Diário de Cametá.
Os criminosos ainda fuzilaram o Batalhão da Polícia Militar e destruíram duas viaturas na incursão. A cidade foi sitiada pelo grupo, que fugiu a bordo de caminhonetes de luxo. Eles ainda usaram os reféns como escudo humano em uma praça no Centro da cidade, enquanto as agências bancárias eram atacadas. Pelo menos uma agência foi destruída com explosivos.
Os criminosos ainda fuzilaram o Batalhão da Polícia Militar e destruíram duas viaturas na incursão. A cidade foi sitiada pelo grupo, que fugiu a bordo de caminhonetes de luxo. Eles ainda usaram os reféns como escudo humano em uma praça no Centro da cidade, enquanto as agências bancárias eram atacadas. Pelo menos uma agência foi destruída com explosivos.
Reforços policiais e helicópteros da PMPA foram acionados e seguiram para Cametá auxiliar na operação contra a quadrilha. A determinação partiu do governador Helder Barbalho. Equipes do GTO e Bope de Belém também foram enviadas para a cidade.
O mega-assalto em Cametá acontece um dia depois que uma quadrilha sitiou a cidade de Criciúma, no Sul de Santa Catarina. O assalto no Pará utilizou praticamente os mesmos métodos de ação.