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Grávida de 16 anos é morta e tem bebê roubado por casal

Emilly foi levada até a casa dos acusados com a promessa de receber roupas de bebê como doação

Por: Redação Fala Piauí Fonte: Portal Em Off
14/03/2025 às 19h27 Atualizada em 14/03/2025 às 19h51
Grávida de 16 anos é morta e tem bebê roubado por casal
reprodução

Uma jovem gestante de 16 anos identificada como Emilly Azevedo Sena, estava desaparecida desde as 11h desta última quarta-feira (12/3). Emilly havia saído de casa para buscar doações de roupas para seu bebê, no entanto, ela estava indo para uma emboscada armada pelos acusados. O último contato que a família teve com a vítima foi uma mensagem enviada por ela de dentro de um carro de aplicativo para a mãe.

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Os suspeitos identificados como Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos, e o marido dela, o chef de cozinha Christian Albino Cebalho de Arruda, de 28 anos, estão presos. A acusada, Nataly, armou para que Emilly fosse até a casa dela pegar as supostas roupas da doação, no entanto, a intensão dela era outra.

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O corpo da jovem foi encontrado no quintal da casa dos suspeitos, localizada no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá, com marcas de enforcamento e cortes na barriga para a retirada do recém-nascido. Segundo a polícia, o casal usou fios de internet para enforcar a vítima, que, ainda tentou lutar pela vida.

De acordo com informações preliminares, o casal contou com a ajuda de outros dois homens que não tiveram a identidade divulgada, mas também seguem presos. Segundo o delegado encarregado do caso, Caio Albuquerque, o casal vai responder por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual.

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Segundo a mãe da vítima, Ana Paula Meridiane, a filha conheceu Nataly pelo Instagram, onde marcaram de se encontrar para fazer a doação das roupas. A acusada pagou a corrida de aplicativo para que Emilly fosse até sua residência. A mãe da vítima disse que ligou por várias vezes à filha, que apenas rejeitava a ligação.

CASAL AINDA TENTOU REGISTRAR O RECÉM-NASCIDO

O casal preso, tentou registrar a criança no nome deles em uma maternidade de Cuiabá um dia antes da polícia encontrar o corpo da jovem. Porém, a equipe médica estranhou o comportamento da acusada e chamou a polícia.

Em depoimento à polícia, a acusada confessou que cometeu o assassinato movida pelo desejo de ficar com o bebê de Emilly, após ter sofrido dois abortos espontâneos.

Entretanto, um vídeo do bebê foi publicado na rede social do acusado com a legenda: “Seja bem vinda, minha filha”.

 
 
 
 
 
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