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Irmã do vereador Neto do Angelim e advogada são alvos da Operação Tertium

Os institutos alvos são Instituto Piauí e Gestão, Conselho Comunitário do Angelim e o Instituto Samara Sena.

Por: Redação Fala Piauí Fonte: G1
22/12/2020 às 10h00
Irmã do vereador Neto do Angelim e advogada são alvos da Operação Tertium
Foto: Reprodução

As servidoras da Prefeitura de Teresina alvos da "Operação Tertium" deflagrada, na manhã desse terça-feira (22), pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) foram identificadas como sendo: Reginalda de Araújo Costa (advogada) e servidora da Secretaria do Meio Ambiente; e Teresinha Alves dos Santos (contadora) e servidora da Secretaria do Meio Ambiente, além de Edilene Bezerra, irmã do vereador Neto do Angelim. Os institutos alvos são Instituto Piauí e Gestão, Conselho Comunitário do Angelim e o Instituto Samara Sena.

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Servidores públicos, empresários e organizações da sociedade civil (OSCs) são alvos da Operação Tertium, deflagrada na manhã desta terça-feira (22), que investiga empresas e organizações privadas que receberam recursos públicos da Prefeitura de Teresina para execução de projetos dos quais elas não possuíam capacidade técnica ou operacional para realizar.

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A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) ainda não se manifestou sobre a ação da polícia. Doze mandados de busca e apreensão foram cumpridos como parte da operação, da Polícia Civil do Piauí. Na investigação, a Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) verificou que uma das organizações alvo recebeu mais de R$ 1 milhão, entre 2018 e 2020, sem possuir capacidade técnica ou operacional para execução do contrato.

De acordo com a Polícia Civil, existem indícios de que alguns servidores de órgãos do município facilitaram a liberação de valores e ainda se beneficiaram com parte dos repasses. A Polícia Civil informou que a investigação contou com apoio da Diretoria de Inteligência (DINT), e com auxílio, para o cumprimento dos mandados, de policiais da Deccor, Depre, Gerência de Polícia Especializada, Greco, DHPP, além de auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI).

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Segundo a polícia, o nome da operação guarda relação com o chamado "terceiro setor", formado por organizações privadas que executam atividades a partir de parcerias e ajustes firmados com o poder público.

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