
O mercado brasileiro de apostas online está perto de finalizar o seu primeiro ano devidamente regulamentado. No entanto, o potencial de crescimento é gigantesco para o país. Essa é a visão do Chief Financial Officer (CFO) da Cactus Gaming, Thiago Garrides. Dessa maneira, o Brasil já desponta como um dos cinco principais mercados de iGaming do mundo. Garrides explica essa expansão como uma combinação de fatores. “O crescimento é resultado de uma combinação de fatores: a paixão nacional por esportes, a digitalização acelerada e, mais recentemente, a regulamentação do setor”, disse.
Em outras palavras, quando o país definiu normas claras e fiscalização ativa, atraiu investimento, profissionalizou as operações e aumentou a confiança dos consumidores. “Hoje, o Brasil já movimenta cerca de R$ 22 bilhões por mês em apostas online, um volume comparável a grandes setores da economia. É um mercado jovem, mas que amadureceu rápido, gerando empregos, arrecadação e inovação tecnológica”, afirmou.
Desde então, a atividade ganhou regras específicas que devem ser cumpridas por todas as empresas licenciadas pelo Ministério da Fazenda. Nesse conjunto de normas, há uma enorme preocupação com as melhores práticas, combate ao jogo ilegal, proteção ao público vulnerável e incentivo ao jogo responsável.
“Essa é uma preocupação legítima, e o próprio marco regulatório já trata disso. Hoje, todas as operadoras licenciadas precisam oferecer ferramentas de autolimite, autoexclusão e monitoramento de padrões de uso”, explicou o executivo da Cactus Gaming.
Além disso, campanhas de comunicação e acordos estratégicos com órgãos como a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, têm reforçado práticas de jogo responsável e educação do consumidor”, acrescentou.
Para fechar, Thiago Garrides destacou a mensagem que todo o segmento licenciado quer disseminar para o público brasleiro. “É importante que o apostador entenda que o jogo é entretenimento, não investimento. As empresas sérias do setor — inclusive as que operam com tecnologia brasileira, como a Cactus — seguem essas diretrizes à risca”, finalizou.