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Após romper tornozeleira eletrônica e fugir, ex-diretor acusado de abusar sexualmente de crianças em creche é preso novamente

Alberto Luiz foi posto em liberdade sob monitoramento eletrônico. Ele, no entanto, rompeu o aparelho e fugiu

Por: Redação Fala Piauí
10/07/2026 às 12h34
Após romper tornozeleira eletrônica e fugir, ex-diretor acusado de abusar sexualmente de crianças em creche é preso novamente
Foto: Divulgação

O ex-diretor Alberto Luiz Freitas Monção, que abusou sexualmente de crianças dentro de uma creche e que fugiu após romper a tornozeleira eletrônica, foi preso na manhã desta sexta-feira (10) em Teresina, Piauí.  A informação foi repassada ao A10+ e à TV Antena 10 pelo delegado Cláudio Mendes. O ex-diretor Alberto Luiz teve prisão preventiva decretada logo após ser posto em liberdade sob monitoramento por tornozeleira eletrônica.

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Durante o último final de semana, no entanto, ele rompeu o aparelho e logo em seguida fugiu. As autoridades estavam realizando buscas pelo foragido desde a última quarta-feira (08). Agora ele foi capturado e levado até a Central de Flagrantes de Teresina para os procedimentos necessários. 

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O ex-diretor Alberto Luiz Freitas Monção, acusado de abusar sexualmente de crianças dentro de uma creche na cidade de Timon, no Maranhão, que havia sido solto sob medida de monitoramento, rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu.

A informação foi confirmada ao A10+ pelo delegado Cláudio Mendes, que está à frente do caso. Segundo as informações, a tornozeleira foi rompida ainda no último domingo (05), e logo após o ex-diretor fugiu. Em decorrência do delito, o Ministério Público pediu a prisão preventiva do acusado, que não foi localizado e segue foragido até o momento. A polícia está em diligências para tentar localizar e prender o indivíduo.

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Soltura do ex-diretor

A Justiça do Maranhão determinou a soltura de Alberto Luiz Freitas Monção, acusado de abusar sexualmente de crianças em uma creche localizada em Timon, no Maranhão. Na época dos fatos, ele atuava como diretor-adjunto da instituição, que chegou a ser interditada após a divulgação das denúncias. A decisão foi proferida pelo juiz Rogério Monteles.

O A10+ apurou que o Ministério Público não apresentou a denúncia dentro do prazo legal e também concordou com a prorrogação solicitada durante a fase de investigação. De acordo com a decisão judicial, essa medida teria excedido os limites previstos pelo Código de Processo Penal.

 
 
 
 
 
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