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Durante rebelião, 62 presos são decapitados e têm cérebros arrancados por membros de facção

Rebeliões em presídios no Equador deixam pelo menos 62 mortos

Por: Redação Fala Piauí
25/02/2021 às 19h57
Durante rebelião, 62 presos são decapitados e têm cérebros arrancados por membros de facção
Foto: reprodução

Na terça-feira (23), pelo menos 62 pessoas morreram em três presídios no Equador, em uma rebelião organizada por organizações criminosas. VEJA OS VÍDEOS

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O diretor do sistema prisional, Edmundo Moncayo, disse que foi necessário cerca de 800 policiais para controlar as rebeliões que ocorreram nas províncias de Guayas, Azuay e Cotopaxi.

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Moncayo ainda disse que dois grupos estavam tentando ganhar “liderança criminosa dentro dos centros de detenção” e que os confrontos foram precipitados por uma busca por armas realizada na segunda-feira.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram as violentas mortes que ocorreram dentro do presídio. Os 62 presos foram esfaqueados, tiveram as cabeças decapitadas e chutadas como se fossem bolas de futebol.

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Nota: 

Pelo menos 62 pessoas morreram em rebeliões em três presídios no Equador, em ações descritas pelo governo nessa terça-feira (23) como ato orquestrado por organizações criminosas.

O presidente Lenin Moreno tem tentado controlar a violência nas prisões do país andino, declarando o sistema penitenciário em estado de emergência, devido aos frequentes confrontos entre gangues de criminosos.

"No momento, a perícia está registrando mais de 50 [presos] mortos", disse a polícia em sua conta do Twitter, sem dar mais detalhes. 

Atos violentos entre detentos foram registrados em prisões localizadas nas províncias de Guayas, Azuay e Cotopaxi. O governo disse que a rebelião na prisão de Guayas foi controlada. 

O ministro de Governo, Patricio Pazmiño, atribuiu os incidentes a "uma ação orquestrada por organizações criminosas para gerar violência nas prisões do país".

Pazmino também afirmou que o governo e a polícia estão tomando medidas para retomar o controle.

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