
Dois homens foram presos nesta terça-feira (23) suspeitos de participar do assassinato de Geílson Almeida da Silva. As prisões aconteceram na Zona Sudeste Teresina. Os policiais tinham a intenção de prender ainda um terceiro envolvido, mas ele não foi localizado. Segundo a Polícia Civil, os dois presos são suspeitos ainda de fazer parte da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo delegado Samuel Silveira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as prisões ocorreram durante a operação False War, que tinha como objetivo dar cumprimento a três mandados de prisão e três de busca e apreensão na Zona Sudeste da capital.
O objetivo da operação era prender os suspeitos pelo homicídio de Geilson Almeida da Silva, ocorrido em 24 de dezembro de 2020, por volta das 17h, na rua Gabriel Soares, Vila da Guia, zona sudeste de Teresina.
Ainda segundo o delegado Samuel Silveira, dois presos são suspeitos de participação da facção criminosa PCC. Um deles era ainda foragido do sistema penitenciário desde fevereiro de 2020.
A operação contou ainda com apoio das equipes do DHPP da Zona Sul, lideradas pelo delegado Danúbio Dias, e da Zona Norte, lideradas pelo delegado Robert Lavor. Ao todo a ação teve a participação de 25 policiais.
Geílson foi assassinado a tiros em 24 de dezembro de 2020, na praça do Globinho, na Vila Coronel Carlos Falcão, Zona Sudeste de Teresina. O crime aconteceu durante a madrugada. Os policiais militares foram acionados após tiros serem ouvidos pela população. Ao chegar ao local, o homem já havia falecido.
Segundo o delegado, Geílson foi assassinado porque os suspeitos acreditavam que ele fazia parte de uma facção criminosa rival, o que de acordo com a investigação, não era verdade. "É uma guerra entre grupos que está vitimando não só os membros das facções, mas até pessoas que não fazem parte disso", comentou o delegado.